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MENSAGEM PASTORAL DE FIM DE ANO

 Deus está no controle!!!

Talvez este seja meu último artigo de 2012 e o escrevo na esperança de despertar aqueles que costumeiramente me leem.
Possivelmente alguns de meus leitores sintam-se desolados com o silêncio de Deus às preces a ele feitas diariamente. Quantas orações foram feitas a Deus durante este ano que termina, e …o leitor atônito vê que 2013 está às portas sem que suas orações tenham sido respondidas por Deus?

Os quatro cânticos do evangelho de Lucas

Lucas 1.46-55. O cântico de Maria.

I. O cântico de exultação.

Quando Maria ficou sabendo que sua tia Izabel, depois de velha, havia concebido, dirigiu-se até a casa dela, e, certamente no caminho refletiu sobre o que Deus estava fazendo e preparando seu cântico de exultação. “E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês para aquela que diziam ser estéril. Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1.36).

25. Escondidos que podem ser livres

João 20.29,26

Existe outro lado da ordenança de Jesus aos discípulos de que não deveriam sair de Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder: A ênfase era “poder”. Era possível que não saíssem de Jerusalém, mas que permanecessem ali, porque estavam com medo e “a portas fechadas”. É possível permanecer “trancados” a portas fechadas, com medo. Poderiam dizer a si mesmos: “Não estamos fugindo, estamos ainda em Jerusalém”, e mesmo assim, sem liberdade e sem a coragem de confrontar Jerusalém. Poderiam ficar ali, sem a capacitação do poder. A questão não era ficar em Jerusalém; mas ficar ali sem o recebimento do poder. Sem o poder de mostrar a Jerusalém o poder redentor de Jesus Cristo. No momento, estavam reunidos, trancados, com medo. É possível ficar assim, dizendo que não está fugindo de nada, mas o tempo todo, trancado a portas fechadas com medo. A pessoa fica escondida atrás de barricadas; na defensiva, sem enfrentar a situação. É possível se esconder atrás de portas fechadas, defendendo-se dos problemas que precisam ser confrontados. Você não deixa o problema do lado de fora; você o traz para dentro – você é o problema – você está com medo.

24. Retornando ao estado de inconsciência

João 1.4-5

Façamos uma pausa a fim de aplicar este princípio de enfrentar os mais difíceis problemas, aprendendo a dominá-los. Não solucione os problemas periféricos sem primeiro enfrentar o problema central, porque se não resolver o problema principal, este o perseguirá e lhe trará problemas de consciência.

23. A causa da neurose: Fugindo das responsabilidades

Dn 6.10; At 4.31

Vimos anteriormente que o primeiro controle dos discípulos foi a partir da descida do Espírito Santo, o mestre supremo que resolveu o primeiro problema deles: Jerusalém. Eles não estavam olhando pra alegria que havia dentro de si mesmos, sem encarar Jerusalém; não estavam de cabeça baixa, símbolo de suas almas amarguradas; com medo de Jerusalém. Eles não estavam olhando acima de Jerusalém para a Nova Jerusalém, fugindo à responsabilidade de ter que encarar Jerusalém aqui e agora; ao contrário, olhavam para a Jerusalém cara a cara, sem medo, sabendo que possuíam algo que Jerusalém não tinha e que precisava urgentemente. Ofereceram o que tinham, e Jerusalém acatou, aos milhares.

22. A caminho do todo

Gn 15.1; Dt 1.17

Vimos que os discípulos foram primeiramente chamados para dominar em Jerusalém – o centro de seus maiores problemas. Jesus faria do lugar do maior fracasso dos discípulos o local do maior sucesso deles.

21. A primeira necessidade: Pertencer

Romanos 1.1-6

A psicologia afirma que as pessoas têm três necessidades básicas: A necessidade de pertencer; de significância (sentido) e de segurança.

20. O Obstáculo Principal

Vimos que o obstáculo central no caminho do Espírito Santo foi o ego insubmisso dos discípulos. Tudo estava pronto – menos eles.

19. Os sete obstáculos

Além das cinco coisas mostradas no devocional anterior indicando que os discípulos não haviam tomado posse de sua herança – o Espírito Santo – apresentaremos mais duas.

18 – Sintomas da pequenez espiritual

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos (Ef 5.1-3).