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Maldições cumpridas

Quinze séculos antes do nascimento de Cristo, um dos maiores filósofos hindus, disse: “Se uma pessoa tem fé em que pode ser abençoada, também acreditará que poderá ser amaldiçoada”. Em outras palavras, se uma força existe, esta poderá ser usada construtiva ou destrutivamente, conforme o propósito de quem a profere. Se existem bênçãos, também existem maldições. O poder operacional é, necessariamente, em ambos os casos, o mesmo.

A batalha de nossa bênção espiritual

Texto: Efésios 1.3-23

Introdução.

Aprendendo a ouvir a Deus

Texto: Isaías 50.4-5

Introdução:

Batalha Espiritual Guerreada Por Mortos

Todos os meus leitores sabem que desde 1990 venho me envolvendo em batalhas espirituais. Cinco livros foram publicados sobre o tema e agora um último está sendo editado pela Editora Mensagem Para Todos: A Arte da Guerra Espiritual. Neste novo livro abordo a falácia das guerras esotéricas e de culto a anjos, porque não é bíblico fazer guerra espiritual consultando anjos, pessoas mortas e elementos da natureza. Este tipo de batalha não é bíblica e é espiritualmente perigosa.

Belial está solto!

“Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial…” (1 Sm 1.16)

Esoterismo evangélico ou batalha espiritual?

Os evangélicos fazem batalha espiritual usando métodos esotéricos quando abandonam os princípios da fé e utilizam elementos da mística do povo. Já ouvi alguém afirmar que os elementos místicos que alguns usam em religiões de ocultismo pertencem a igreja e que foram roubadas de nós. Assim, despejar sal grosso numa esquina, não deveria ser direito deles, mas da igreja. Ungir com óleo uma rua, cidade ou país é direito da igreja que foi roubado por eles. Marcar os cruzamentos como sendo de Jesus nos bairros é direito nosso. Usar certos elementos para “ponto de contato” é direito da igreja e não do ocultismo. Em que baseiam tais suposições? Tomam como base algumas ocorrências do passado, especialmente do AT.

Adoração como guerra

Precisamos entender que servir a Deus é uma guerra de adoradores. Essa verdade está implícita nas guerras do passado. A vitória numa guerra era sempre creditada a algum deus! Tirar o povo de Israel do Egito com mão forte e poderosa destruindo a nação e o exército de Faraó foi a maneira que Deus encontrou para humilhar os deuses egípcios. Em 2 Reis 3.21 a 27, os reis de Israel tomam o profeta Eliseu e o levam a uma guerra contra o rei de Moabe. O rei de Moabe, ao ver que a batalha estava perdida, numa tentativa de ganhá-la, ofereceu 700 homens que usavam da espada. Todos morreram num só momento. Vendo que não podia vencer, sacrificou seu próprio filho sobre o muro da cidade. Chateados com o que viram, os israelitas deixaram de guerrear e voltaram ao seu país.

Sofismas da Auto-ajuda

“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.4-5).