Consagração de mulheres ao pastorado – Uma análise bíblico-histórica

Este é um tema complexo, porque, admitem alguns, a proibição da função da mulher como pastora ou líder na igreja tem forte conteúdo cultural dos judeus e da sociedade greco-romana. Se Deus trata cada povo em sua cultura – estes se perguntam – por que não poderia agir diferente com a evolução cultural ocidental? O tema é complexo porque leva o exegeta a encaixar seu posicionamento seguindo as regras da hermenêutica bíblica, que inclui o exame léxico (etimologia das palavras), sintático (princípios gramaticais do idioma), contextual e histórico de um povo, e nem todos conseguem palmilhar por essa senda sem cometer erros; nem o mais aprimorado intérprete bíblico.

Vale ressaltar que na maioria das igrejas que titulam mulheres ao ministério são seus maridos que, como apóstolos, bispos ou pastores exercem o governo da igreja e, tem na esposa uma ajudadora. A presença de mulher com título e exercício de autoridade ministerial é comum na maioria das igrejas históricas e neopentecostais.

Um dos argumentos dos que se opõem aos títulos ministeriais dados às mulheres é a alegação de que o “sacerdócio” foi dado aos homens; ora, esta defesa esbarra no fato de que no NT não existe mais a função sacerdotal e que todos os crentes são levitas e sacerdotes no reino de Deus. Portanto, fica anulada a tese de que o pastor é o “sacerdote”. Outros ainda defendem o pastoreio de mulheres argumentando que as igrejas que elas pastoreiam são bem melhores que aquelas pastoreadas por homens e, que, mesmo as pastoreadas por homens precisam do toque feminino delas na beleza ambiental.

I. As mulheres na tradição judaica do Antigo Testamento.

Não se pode trazer para o contexto atual o Antigo Testamento como base para tal assunto, porque lá também se veem casos positivos e negativos. Existe o misterioso caso de Seerá, que viveu no período patriarcal, filha de Efraim que construiu três cidades, enquanto seus dois irmãos morreram porque eram ladrões de gado (1 Cr 7.24). Débora, mulher de Lapidote era profeta e juíza em Israel (Jz 4.4 e ss.), mas não se pode tomar o caso de Débora como normalidade; ela foi uma exceção numa época em que “não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava reto” (Jz 21.25).

Assim como no AT se tem exemplos positivos de mulheres com boa governança, tem-se também exemplos negativos, como Jezabel e Atalia que eram más e perversas; mas, também homens perversos ocuparam o trono de Israel. Salomão, no fim da vida se tornou tão perverso quanto as mulheres que lhe perverteram a vida espiritual levando-o a adorar e a sacrificar aos deuses de suas esposas (1 Rs 11.1-8).

II. As mulheres na época de Cristo

No Novo Testamento as mulheres acompanharam a Jesus durante todo o seu ministério, servindo-o com seus bens (Lc 8.1-3), estiveram com ele na sua morte e ressurreição (Jo 19.25; 20.1,11) e receberam o Espírito Santo no dia de Pentecoste (At 1.14), este último fato indica uma mudança de comportamento social e espiritual da época profetizado por Joel.

Jesus redimiu a mulher da posição inferior no reino espiritual, por isso Paulo cita que “… todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3.26-28).

Este é um posicionamento espiritual, não de governo. Alguns tomam este texto, fora de seu contexto para defender que todos são iguais “na posição de governo” perante Deus.

III. A ordenação de mulheres na Igreja primitiva: Os apóstolos e a posição da mulher na vida da igreja

Assim como as mulheres ajudaram a Jesus em seu ministério, nos primeiros dias da igreja elas foram incansáveis companheiras dos apóstolos.

As mulheres são vistas no livro de Atos e nas epístolas colaborando com a expansão do reino, mas não se tem casos delas assumindo o governo da igreja. Acredita-se que Lídia, a vendedora de púrpura convertida à beira do rio pela pregação de Paulo tenha sido quem primeiro falou de Jesus e deu início à igreja de Tiatira, mas não foi a ela que Jesus se dirigiu na carta do Apocalipse. Priscila, ao lado de seu marido muito colaborou com Paulo, aliás, hospedou-o em sua casa, e juntos dividiam a mesma profissão. Mas não se vê Priscila agindo sozinha, mas sempre em companhia do marido (At 18.1, 24-28).

Que os apóstolos andavam acompanhados de uma mulher é visto na defesa que Paulo faz de querer também viajar acompanhado de uma delas, uma mulher irmã, esposa ou não, conforme a interpretação de alguns, pela margem que a palavra grega permite (1 Co 9.5), o que se pode afirmar com segurança a participação de mulheres na vida da igreja e nas viagens ao lado dos apóstolos. Se Pedro e os irmãos de Jesus podiam viajar acompanhados de mulher – pergunta Paulo – por que ele e Barnabé eram criticados quando assim procediam? Portanto, o que está em evidência aqui é a necessidade de uma mulher companheira, e não a posição de autoridade governamental nem o exercício de dons que as mulheres recebiam de Deus e compartilhavam na igreja.

 

Paulo e a ordenação de mulheres

A contrariedade de Paulo quanto as mulheres falarem em público deve ser analisada exegeticamente, porque Paulo escreve a Timóteo tratando a respeito da igreja de Éfeso, e, possivelmente lá estava Priscila e seu esposo Áquila (Ver 1 Tm 2.9-15) e também em relação a Corinto, um caso especial de mulheres na igreja (1 Co 14.34-35).

O comentarista Mathew Henry comentando o texto de 1 Tm 2.9-15 coloca o tema nestes termos:

É uma ordem apostólica: As mulheres devem ser modestas, sóbrias, silentes e submissas na igreja.

1. Devem se vestir com modéstia, sem vestimentas espalhafatosas ou caras (é possível fazer uma leitura de uma mulher pela sua aparência, se ela é vaidosa e orgulhosa), porque possuem ornamentos melhores que são a piedade e as boas obras. Em vez de gastar seu dinheiro em vestes caríssimas, deveriam gastá-lo em obras de piedade e caridade, que são as boas obras.

2. As mulheres devem aprender os princípios da fé, aprender de Cristo e das Escrituras.

3. Devem ficar em silêncio, submissas e sujeitas, não usurpando a autoridade. A razão deste mandamento é porque Adão foi formado primeiro e depois Eva, o que denota subordinação e dependência dele. Ela foi tirada de Adão para lhe servir de ajudadora. A base de sua submissão, não é porque foi criada depois, e, sim o fato de que foi a primeira a transgredir.

“Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo” (2 Co 11.3). A sentença da submissão ao marido veio sobre a mulher por causa de sua transgressão. “E à mulher disse: o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” (Gn 3.16). E aqui tem uma palavra de conforto à mulher, de que aquelas que viverem sobriamente serão preservadas: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso” (1 Tm 2.15).

O Centro Apologético Cristão de Pesquisas traz ainda mais luz sobre este tema:

Vejamos com mais detalhes alguns dos pontos mais decisivos de 1 Timóteo 2.12: Primeiro, Paulo diz não permitir que a mulher ensine nas igrejas. Ensinar, no Novo Testamento é uma atividade bem ampla. Todos os cristãos podem ensinar, quer, por exemplo, quer pelo seu testemunho, quer em conversação. O próprio apóstolo determina que as mulheres idosas ensinem as mais novas a amarem seus maridos (Tt 2.3-5). Assim, fica claro que Paulo não está passando uma proibição geral. Mas, então, o que ele está proibindo? Transparece do texto que ele não permite que a mulher, ocupe uma posição de autoridade para ensinar os homens. Nas Cartas Pastorais, ensinar sempre tem o sentido restrito de instrução doutrinária autoritativa, feita com o peso da autoridade oficial dos pastores e presbíteros (1 Tm 4.11; 6.2; 5.17). Ao que tudo indica, algumas mulheres da igreja de Éfeso, insufladas pelo ensino dos falsos mestres, estavam querendo essa posição oficial para ensinar nas assembléias cristãs. Paulo, porém, corrige a situação determinando que elas não assumam posição de liderança autorizada nas igrejas, para ensinarem doutrina cristã nos cultos, onde certamente homens estariam presentes. Paulo não está proibindo todo e qualquer tipo de ensino feito por mulheres nas igrejas. Profetizas na igreja apostólica certamente tinham algo a dizer aos homens durante os cultos.

Para o apóstolo, a questão é o exercício de autoridade sobre homens, e não o ensino. O ministério didático feminino, exercido com o múnus (função) da autoridade que ofícios de pastor e presbítero emprestam, seria uma violação dos princípios que Paulo percebe na criação e na queda. O ensinar que Paulo não permite é aquele em que a mulher assume uma posição de autoridade eclesiástica sobre o homem. Isso é evidente do fato que Paulo fundamenta seu ensino nas diferenças com que homem e mulher foram criados (v. 13), e pela frase “autoridade sobre o homem” (v. 12b). Um equivalente moderno seria a ordenação como ministro da Palavra, para pregar a Palavra de Deus numa igreja local.

3. O que Paulo quer dizer com “exercer autoridade”?

E continua a análise:

Isto nos leva ao ponto seguinte. Paulo diz também não permitir que a mulher exerça autoridade sobre o homem (1 Tm 2.12 – versão corrigida). A proibição de exercer autoridade sobre os homens exclui as mulheres do ofício de presbítero, que é essencialmente o de governar e presidir a casa de Deus (1 Tm 3.4-5; 5.17), embora não as exclua de exercer outras atividades nas igrejas.

 

Resumindo:

Para apoiar o ministério de mulheres como líder da igreja há que se passar por cima de uma série de textos bíblicos:

1. Paulo ordenou apenas homens ao presbitério (At 14.23).

2. Nenhuma mulher foi chamada pelo Espírito Santo para acompanhar Paulo e Barnabé (At 13.1-3). Se bem que, mais tarde, Paulo gostaria de ter uma mulher consigo (1 Co 9.5-6).

3. O Espírito Santo constituiu bispos e não “bispas” [episcopisa] (At 20.28).

4. Em Filipos existe a menção de bispos e diáconos, e não há menção de “bispas” [episcopisas] e diaconisas (Fp 1.1).

5. Paulo não ensinou ordenação de mulheres (1 Tm 3.1-5).

6. A ordenação ao ministério era realizada por intermédio do presbitério, que era composto de homens (1 Tm 4.14; 5.17,22).

7. Em Creta apenas homens foram prescritos para o presbitério (Tt 1.5).

8. Pedro não menciona mulheres presbíteras em suas cartas (1 Pe 5.1-4).

9. Tiago não incluiu as mulheres entre os presbíteros, para fazerem orações de fé (Tg 5.14).

10. O livro de Hebreus também não menciona mulheres entre os pastores (Hb 13.7,17).

Historicidade:

1. A igreja Anglicana do Brasil começou a consagrar mulheres em 1944 em Hong Kong. No Brasil começou em 1985, mas o processo e estudos para a consagração de mulheres começou em 1973.

2. A igreja Metodista do Brasil ordena mulheres ao ministério desde 1970.

3. A igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil começou a consagrar mulheres em 1983.

4. A Igreja Evangélica Luterana – IELB – não consagra mulheres.

5. Igreja Presbiteriana do Brasil não consagra mulheres.

6. A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil consagra mulheres desde 1999.

7. A Convenção Batista Nacional estuda a possibilidade de consagração de mulheres ao pastorado em conferência prevista para agosto.

8. A Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil – CGADB – rejeitou em 2011 a consagração de mulheres, mas uma convenção estadual do Distrito Federal consagra mulheres.

9. Já a Assembleia de Deus Ministério de Madureira consagrou compulsoriamente as esposas dos pastores presidentes.

Conclusão:

Como agir diante da situação em que se encontra a igreja atual? A opinião deste articulista é que se deve incentivar a participação de mulheres na vida da igreja, visto que elas participavam ativamente da igreja nos dias apostólicos, sem ignorar que as igrejas atuais em que as mulheres exercem ofício ministerial ao lado de seus esposos como ajudadoras, independentes de terem título ministerial ou não, comumente são prósperas e equilibradas. A questão aqui não é o uso de títulos ministeriais usado por mulheres e homens, mas questão de governo. Títulos apenas enobrecem o indivíduo; o que fazem com dedicação enobrece a Deus.

Fica aqui a sugestão de que o tema seja avaliado com honestidade por aqueles que são contra ou a favor da ordenação de mulheres ou da participação delas na vida da igreja, e que sejam respeitadas as igrejas que, em sua exegese decidiram pela presença da mulher no ministério, tanto ao lado de seus esposos ou não. Uma radicalização do tema, sem respeito ao posicionamento dos líderes que optam por terem mulheres com títulos ministeriais pode causar danos à unidade do corpo de Cristo.

Afinal, não está em jogo aqui a salvação, mas a ordem na igreja.

30 Responses to Consagração de mulheres ao pastorado – Uma análise bíblico-histórica

  1. Jose Hermógenes Montganha disse:

    Fantástico o site e o material publicado

  2. Walkiria Blane Galindo disse:

    Caro Pastor, no curso da humanidade temos exemplos de homens e mulheres bons e não tão bons.Não vejo empecilho no caso mulheres serem ou não pastoras, quando vemos tantas atrocidades contra os seres humanos nos nossos dias e não vejo vozes tão clamorosas contra isto(infelizmente ). Só deixo a seguinte pergunta: O que Jesus faria????

    • Walkiria, querida, eu não tenho problemas com mulher usar títulos, o que vejo biblicamente é que ela não foi colocada no governo da igreja. Apenas isso! As mulheres são muito importantes na igreja e na extensão do Reino de Deus.

      Pastor João

  3. Gleuso Heringer disse:

    Tive a impressão que o precioso irmão ficou em cima do muro. Certo ou errado?

    • Gleuso: Se você ler atentamente o artigo verá que não fiquei em cima do muro quanto a consagração de mulheres. Deixei bem claro que o governo da igreja foi dado aos homens. No entanto, respeito aquelas denominações que dão títulos a mulheres, e não aceito que tais mulheres sejam presidentes de igrejas locais governando sobre homens. Elas podem ensinar, mas não ter autoridade de homem, como Paulo afirmou. Num certo sentido, a esposa do pastor exerce a função de pastora, mas não pode exercer a função de líder da igreja. Até mesmo o título pastor, só aparece duas vezes no NT quanto ao pastoreio: Em Efésios 4.11 como ministério ao lado de apóstolos e profetas e incluída no verbo pastorear de Atos 20 quando Paulo disse: Cuidai entre vós e sobre o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos – o mesmo que presbíteros, porque ali eram todos presbíteros chamados por Paulo – para pastoreardes a igreja de Deus… O certo é que hoje se dá mais valor ao título de pastor que o de presbítero, que é a palavra que aparece mais vezes em relação ao governo da igreja.

  4. Celita Louback Welsch disse:

    http://www.centralwesleyan.org/images/stories/Resources/a-position-statement-on-women-in-ministry.pdf
    Favor traduzir translate.google.com

    e mais para mais se informarem e acabar com a discriminação e o falso zelo. Se Deus chama Ele abençoa e usa como quer. “Deus usa as coisas loucas …para confundir…”

    http://www.centralwesleyan.org/images/stories/Resources/a-position-statement-on-women-in-ministry.pdf

  5. luis carlos da silva disse:

    é bem claro O IDE EPREGAR é uma ORDEM NAÔ clasifica homen ou mulher conheço mulheres como pastora e se saiaõm muito bem saõ uma bençaõ nas maõ de DEUS brigada

    • Meu querido Luiz: tudo o que faço é explicar à luz das Escrituras e não à luz da emoção. Pode haver pastoras bem comprometidas e aplicadas, mas se estas estiverem em cargo de presidência alguma coisa está errada com os homens!

      • Cynthia Nascimento disse:

        Caro e amado pastor João, amei seu artigo , e concordo , mas vejo Deus levantando as mulheres , porque os homens se acomodaram e a obra de Deus não pode para ,Infelizmente sem feminismo ,os homens só querem titulo e fica sentado nos pulpitos sem Generalizar !

  6. Meu amigo Pastor João! Fizeste uma das melhores análises que já vi sobre o assunto. Não se precisa escrever um compêndio para tratar de um assunto tão claro nas Escrituras. Mas se enveredarmos por caminhos secundários, então o assunto pode não ter fim. Quem procura alguma justificativa fora da Bíblia a encontrará. Contudo, bem dito, é o que a Bíbliz diz. Mas infelizmente nesses tempos “politicamente corretos”, qualquer discordância da tendência corrente, será lançado na vala comum do preconceito. Não acho que ficaste em cima do muro, porém as pessoas confundem respeito com concordância. Parabéns!Grande abraço. Armando.

    • Meu querido Castoldi: Ou lhe chamo de Armando mesmo! O tema a que você se refere está incompleto, pois ainda quero entrar na questão de Paulo e sua abordagem sobre o uso do véu nas mulheres. Polemizarei mais ainda, no entanto, servirá de luz para entender a questão das mulheres e a proibição delas no ministério.

      • Meu querido amigo Pr. João! Podes me chamar de Armando apenas. É muito importante ter pessoas como você, que tem a coragem de olhar a Palavra de Deus com isenção, sem medo de tocar na ferida, quando necessário. Espero então pelo novo artigo. Grande abraço.

  7. gledson soares paulino disse:

    gostaria deste estudo também pastor sobre o véu

  8. Presb. jurandyr disse:

    Amado Pastor.Maravilhoso esse artigo e vem de encontro à uma expectativa duvidosa e questionada por muitos. Creio que o ponto decisivo de ordenar a mulher a pastora, está no fato de ter Deus estabelecido uma perfeita definição entre os pares, já que foi estabelecido que ela seria “ajudadora”, não querendo de maneira nenhuma criar preconceito nas relações humanas. Os que hoje vêem assim,estabelecem uma inquietação entre o vínculo perfeito e desajustam de certa forma o princípio da harmonia espiritual da igreja de Cristo. Que todos sejam sensatos em suas opiniões e particularidades.Ouçam o que o espírito diz às igrejas!

  9. Marcos Rodrigo disse:

    Caro pastor, gostei muito deste tema, acho bem oportuno para nossos dias, mas também gosto de analisar a Bíblia e tenho certeza que Deus não faz as coisas em vão, gosto muito de ver a passagem em que Davi cuidava das ovelhas do pai dele e foi ungido a rei (II Sm 16:1-13) quando cuidava da riqueza do pai dele, mas gosto de ver a passagem em Gn29:9 quando diz que Raquel era pastora, então se Deus deixou isso escrito creio que não foi em vão, muito bom seus artigos, uma maneira diferente de ver as coisas. Deus abençoe.

    • Meu querido. De fato, uma coisa é ser pastora de ovelhas no campo; outra coisa é ser pastora de pessoas na igreja, que até concordo, só não concordo que se dê o título de pastora, que exerçam o ofício, apenas. O governo da igreja foi dado aos homens. Simples assim.

  10. A paz do Senhor Jesus! Jesus esta acima de Paulo em qualquer area Teologica Biblica. Quando resolveu criar seu Ministério passou a noite em oração e quando desceu chamou para si os doze Apostolos escolheu quem quis). Jesus teve a oportunidade de quebrar todo protocolo Ministerial nesse momento. Mas o que fez? Zelou pela sua própria Palavra. Porque não escolheu sua mãe ao invés de Judas? Sua irmã ao invés de Tomé? Joana,Marta,Madadalena,Maria no lugar de Pedro? Na escrituras não há em nenhum lugar ordenaÇÃO DE MULHERES AO MINISTERIO EPISCOPAL.Paulo declarou: Sede meus imitadores como sou de Cristo. Então essa historinha de consagrar mulheres ao Ministério Pastoral e fruto de homens fracos,mercantilistas da fé é que só se aproveitam da obra. Consagração de mulheres ao Ministerio Episcopal está completamente errado, está fora da palavra de Deus.Jesus não aprova, pois tudo que for contrário a sua Palavra ele e contra.As mulheres pódem e devem trabalhar na obra de Deus sim., mas nunca exercer o Santo oficio Episcopal e fim de papo.GHostem ou não esse fracos Pastores e essas mulheres com Espirito de Jezabel no seio da Igreja.

  11. Embora respeite seu comentário, penso diferente. Em resumo, minha análise da questão é a seguinte: Ou cumprimos EXATAMENTE seu parágrafo sobre o silêncio e a modéstia da mulher na igreja, retirando-as dos cargos-chave que ocupam e negando-lhes o microfone, para a pregação e ensino, ou continuamos numa dissimulação. Para enriquecer o debate: http://www.daladierlima.com/a-soberania-de-deus-em-xeque-2/

    Abração!

    • Não é uma questão de silenciar a mulher na igreja. Ela pode falar na igreja, já que profetiza e ajuda os irmãos. A questão aqui é de governo, isto é, consagrar mulher para ser líder-presidente de igreja. Trato da questão de governo, não de mulher silenciar.

  12. Pr DÊNIS MARCONDES – Os idealistas do Cristianismo operante na sociedade atual e globalizada em seus paradigmas pode criar várias ideologias acerca dessa questão tão fácil de se questionar ao respeito: Se deve ou não uma mulher de Deus ser uma representante de uma igreja (ocupar cargo e função no quadro eclesiástico), ser uma líder, oficial, obreira, pastora, missionária, evangelista, presbítera, diaconisa, auxiliar, membro, de uma igreja evangélica, cristã. Então, temos que perceber que além de Deus não ver como o homem ver, temos que aceitar pela própria palavra de Deus, plena e absoluta, que a mulher é uma adjutora do homem, não podendo, portanto, ser a cabeça, a líder maior, a resonsável pelo ministério, a Presidente Ministerial, mas todas essas funções e cargos, podem e devem ocupar, pois sabemos que Deus usa o ser humano de uma forma Dele, para Ele e com Ele. Independentemente de sexo, cor, raça, e/ou padrão de vida. Deus não tem essas concepções ideológicas, diferencialisatas, preconceituosas, diabólicas, tendenciosas, intolerantes, absurdas. Deus trouxe salvação em Cristo Jesus e todo aquele ou aquela que crê e recebe o batismo no espírito Santo está sendo capacitado/a para fazer o Ide do Senhor, onde isso se vê com frequência, e a mulher vai aonde o homem não pode ir e faz o que o homem não pode fazer. Deus usa quem Ele quer e coloca onde ele vê que é para colocar. Portanto, é preciso não só refletir mas saber ser, saber conhecer, saber o que Deus tem preparado para todo aquele que Ele chama. Você é um mistério com Deus, independente de sexo. Faça a obra de Deus e será recompensada todos os dias da sua vida e também com todas as sortes de bênçãos. Seja uma mulher de Deus, seja uma serva, uma ajudadora. Contribua mais do que o Pastor, faça muito mais do que você poderia fazer, pois Deus merece tudo isso (Honra, Glória, Louvor…) pelos séculos dos séculos). Examine-se pois o homem a si mesmo. Lembre-se, o sexo feminino não está inexistente quando a Palavra de Deus fala ( o homem): Examine-se, pois, o homem a si mesmo. Deus engloba tudo. Você que lê esse pequeno comentário,. Pare de encher a sua vida de razões visíveis, imaginárias e até mesmo concretas. Mas movimente sua vida na mais eficácia razão de ver, sentir e realizar a obra de Deus na sua plenitude, com todas as ferramentas de Deus. Você mulher, seja verdadeiramente uma mulher de Deus. Há! Só pode pertencer aos quadros eclesiásticos feminino, UMA MULHER DE DEUS.

  13. Sandra Abreu disse:

    Por favor,solicito que me expliquem a autoridade dada por Deus a Débora. NB.
    que seja contextualização bíblica e não sua visão.

  14. Ligia deiró disse:

    No caso então ela pode ser ordenada pastora não sendo a presidente da igreja e sim o seu esposo pastor???

  15. Marcos Cedraz disse:

    Não é nenhum desméritos estarmos na posição que Deus nos colocou.Ou a bíblia é a nossa única regra de fé e prática ou não.Parabéns aos pastores que tem a coragem de se posicionarem diante deste tema,mesmo sendo pressionados pela mídia e pela sociedade em geral.A historia é a mesma do éden “não é bem isso que Deus quis dizer”.Parabéns as mulheres que se alegram com a salvação,demonstrando isso com o seu incensante trabalho nas igrejas,no lar na sociedade sem se preocupar com títulos.

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