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ATENTOS AOS SINAIS DOS TEMPOS

No final do ano de 1999 a Editora Vida publicou meu livro, Final dos Tempos? Em que o então diretor pastor Eudes Silva me pedia para fazer uma abordagem com o fim de desmistificar a euforia que havia na sociedade de que ao passar para o ano 2000 o mundo ficaria diferente. Pesquisei autores que escreveram sobre o que aconteceu no final dos anos 1000, como Georges Duby, vasculhei a Enciclopédia Britânica, porque o Google como fonte de pesquisa ainda não existia e li tudo, mas tudo mesmo, sobre Nostradamus e suas profecias.

A Nova Moda das Igrejas: Ambientes Escuros e Negros!

Ultimamente as igrejas que me convidam para pregar pintaram o palco – que se chamava púlpito alguns anos atrás – de preto, com o argumento de que melhora as gravações de vídeos e as transmissões dos cultos ao vivo pela Internet. O fundo preto esconde aquelas caixas de sons e os fios e as pessoas que trabalham por trás dos músicos e pregadores. Até aí, tudo bem. Foi-se o tempo em que se pintavam quadros de paisagens com montes, rios, cachoeiras e lagos ao fundo, pelo menos nessas igrejas que se dizem contemporâneas.  Mas, a gente sente saudades dos púlpitos claros, não é mesmo?

PASTORES NA POLÍTICA

Vendo tanto pastores se candidatando a cargos políticos fiquei a imaginar com os meus botões: – O que leva um pastor a entrar na política? Seria por querer ascensão social ou por desespero financeiro?  Será que alguns deles têm complexo messiânico, isto é, que foram chamados para, através da política, mudar a sociedade? O que leva um pastor a largar o cajado, deixar as ovelhas no campo e entrar na política?

A destruição de Jerusalém no ano 70 de nossa era

Depois de exaustivas horas terminei de ler o relato do historiador Flávio Josefo sobre o cerco a Jerusalém comandado por Tito, filho de Vespasiano. Vários são os livros de Josefo para relatar tão terrível episódio. Josefo é extremamente detalhista, e descreve muito bem como era a cidade de Jerusalém, o templo, seus palácios e como era a formação do exército romano.

O Avivamento prometido

Todos anelamos por um despertar da igreja de Jesus Cristo no Rio Grande do Sul.  A igreja no Rio Grande do Sul foi reavivada ou ainda esperamos por um reavivamento?

Mensagem de Donald Gee

 

Em 1929 Donald Gee, famoso teólogo e líder da igreja na Inglaterra advertiu os líderes das Assembleias de Deus de que eles enfrentariam, três tentações que poriam em risco o jovem movimento pentecostal. Sua fala se deu na conferência bienal do Concílio das Assembleias de Deus na cidade de Whichita, Kansas. Donald Gee alertou que os que são cheios do Espírito Santo “são alvos diretos do diabo” e apresentou três áreas prioritárias em que Satanás tentaria os crentes pentecostais, as igrejas e os movimentos, conforme a tentação de Jesus relatada em Mateus 4.1-11.

Carnaval é festa do diabo!

Eu poderia abrir este artigo com inúmeras imagens que encontrei na Internet, algumas zombando dos crentes outras incentivando os crentes a pularem o carnaval. Mas, preciso ser direto quando se trata de carnaval:

Uma igreja governada por crianças e mulheres

A igreja brasileira está em crise. Excetuando-se aqui e ali um grupo denominacional ou outro a igreja se parece com a narrativa de Isaías 3: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa de seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is 3.12).

O sono que precede a morte

Existem hoje quatro tipos de pessoas na igreja: 1. Os membros ativos, aqueles que participam efusivamente da vida da igreja; 2. Os membros passivos: Aqueles que apenas freqüentam cultos e cumprem suas funções religiosas; 3. Os desigrejados: Aqueles que decidem fazer da casa sua igreja e; 4. Os mornos: São pessoas que nunca saíram da igreja, mas não fazem mais parte dela. É sobre este quarto tipo de pessoa que quero abordar neste artigo.

Por que não mais choramos por um avivamento?

“Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão” (Sl 126.5).

O verdadeiro homem de Deus é aquele que sente dores em seu coração, que se incomoda ao ver o mundanismo, a corrupção e a tolerância ao pecado da igreja, bem como a falta de oração do povo de Deus. O homem de Deus se incomoda ao ver que a oração corporativa da igreja não mais arrebenta as portas do inferno. Incomoda-se ao ver que os mais antigos membros da igreja não mais choram desesperadamente nem intercedem a favor de uma sociedade que se perde no lamaçal do pecado. “Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?” (Mt 17.19).