Tag Archives: rumos da igreja

Carnaval é festa do diabo!

Eu poderia abrir este artigo com inúmeras imagens que encontrei na Internet, algumas zombando dos crentes outras incentivando os crentes a pularem o carnaval. Mas, preciso ser direto quando se trata de carnaval:

Uma igreja governada por crianças e mulheres

A igreja brasileira está em crise. Excetuando-se aqui e ali um grupo denominacional ou outro a igreja se parece com a narrativa de Isaías 3: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa de seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is 3.12).

O sono que precede a morte

Existem hoje quatro tipos de pessoas na igreja: 1. Os membros ativos, aqueles que participam efusivamente da vida da igreja; 2. Os membros passivos: Aqueles que apenas freqüentam cultos e cumprem suas funções religiosas; 3. Os desigrejados: Aqueles que decidem fazer da casa sua igreja e; 4. Os mornos: São pessoas que nunca saíram da igreja, mas não fazem mais parte dela. É sobre este quarto tipo de pessoa que quero abordar neste artigo.

Por que não mais choramos por um avivamento?

“Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão” (Sl 126.5).

O verdadeiro homem de Deus é aquele que sente dores em seu coração, que se incomoda ao ver o mundanismo, a corrupção e a tolerância ao pecado da igreja, bem como a falta de oração do povo de Deus. O homem de Deus se incomoda ao ver que a oração corporativa da igreja não mais arrebenta as portas do inferno. Incomoda-se ao ver que os mais antigos membros da igreja não mais choram desesperadamente nem intercedem a favor de uma sociedade que se perde no lamaçal do pecado. “Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?” (Mt 17.19).

Haverá escape da tribulação? Não!

Nota: Corrie Tem Boom foi uma holandesa que sobreviveu aos campos de concentração dos nazistas e uma grande missionária, depois que foi liberta. Corrie cria que enfrentaria tribulações. Ela foi uma das muitas pessoas que sofreram dura perseguição nos campos de concentração nazistas, durante a Segunda Grande Guerra. Sua família foi morta diante dela, e, mesmo sob ameaça, Deus a conduziu através daquele duro período de perseguição.

Iniquidade no santuário

“Faze-lhes também calções de linho, para cobrirem a pele nua; irão da cintura às coxas. E estarão sobre Arão e sobre seus filhos, quando entrarem na tenda da congregação ou quando se chegarem ao altar para ministrar no santuário, para que não levem iniquidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para sua posteridade depois dele” (Ex 28.42-43).

Crise de identidade

Soube recentemente que o Distrito Federal que compõe o Plano Piloto e as cidades ao redor tem cerca de 800 mil evangélicos ou 40% da população. Que diferença isto faz na sociedade brasiliense? Que diferença faz a grande percentagem de evangélicos em cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Anápolis e Goiânia com alto percentual de evangélicos?

A maldição do entretenimento

Hoje as pessoas querem ser dramáticas sobre qualquer coisa. Não queremos que Deus opere a menos que ele apareça com toda sua produção cultural. Queremos que ele apareça vestido com roupas típicas, barbudo e com seu séquito celestial. E, mais, queremos que ele faça a parte dele conforme nosso esquema e planejamento. Alguns até exigem que ele apareça num ambiente colorido com fumaça e fogos de artifícios.

Os jardins de Satã

Faz tempo que não ouço uma pregação bíblica tratando de arrependimento de obras mortas, necessidade de confissão de pecados; necessidade de salvação, da existência de céu e inferno; de galardão e condenação eterna.
Observo que a partir do ano 2000 começou um esvaziamento da verdadeira pregação bíblica em detrimento de temas que agradam os ouvintes em suas necessidades diárias, como vencer as dificuldades da vida; resolver problemas da família e mensagens de prosperidade através da fé e de Jesus Cristo.

Tenho visto coisas…

Meus amigos tenho visto coisas nas redes sociais e nos jornais que causam espanto a qualquer pessoa cristã que mantém a ortodoxia da fé. Imagens de “cultos” que são, na realidade, cópias das reuniões afro, em que tambores, danças e línguas estranhas indicam a presença de demônios. Os líderes usam capas de diversas cores, como túnicas; diferentemente de uma veste litúrgica e as pessoas estão vestidas de branco como nos centros de religiões de cultos afro.