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A destruição de Jerusalém no ano 70 de nossa era

Depois de exaustivas horas terminei de ler o relato do historiador Flávio Josefo sobre o cerco a Jerusalém comandado por Tito, filho de Vespasiano. Vários são os livros de Josefo para relatar tão terrível episódio. Josefo é extremamente detalhista, e descreve muito bem como era a cidade de Jerusalém, o templo, seus palácios e como era a formação do exército romano.

Jerusalém: A eterna capital de Israel

Apesar das escrituras mencionarem Jerusalém em textos anteriores ao reinado de Davi, seu nome não era Jerusalém, mas Jebusalém. O nome Jerusalém ficou unificado nas Escrituras a partir da tradução do hebraico para o grego, a chamada Septuaginta.

Vejamos um pouco da história:

O Avivamento prometido

Todos anelamos por um despertar da igreja de Jesus Cristo no Rio Grande do Sul.  A igreja no Rio Grande do Sul foi reavivada ou ainda esperamos por um reavivamento?

Sermão da Sexagésima – Padre Antônio Vieira

Apresentação:

Este sermão foi pregado na capela real no ano de 1655 logo de seu regresso do Estado do Maranhão. Este grande orador reverbera em seu sermão os desvarios da linguagem dos pregadores de seu tempo e serve de comparação ao estilo fluente e moderno dos dias atuais. O sermão é uma das peças mais vívidas da eloqüência de Vieira e nele pode se ver os traços evidentes da teoria da oratória que na antiguidade resplendia na pregação evangélica.

Profetas e montanistas

Dois grandes movimentos se destacam entre aqueles que se desviaram do curso do cristianismo no segundo século: O gnosticismo e o montanismo. Os gnósticos se concentraram exageradamente na parte intelectual do cristianismo, enquanto os montanistas exageradamente na parte inspiracional da fé. Não trataremos aqui do movimento dos gnósticos, que será visto à parte, e nos deteremos na significância do montanismo. Diferentemente dos gnósticos, a maioria dos montanistas não se apartou dos ensinamentos dos apóstolos de Cristo. Para entendermos o movimento profético é preciso rever o papel que os profetas tinham na igreja primitiva.

Cartas de Herodes a Pilatos e de Pilatos a Herodes

Documentos que ligam a história romana com a morte de Cristo em Jerusalém.
Introdução:
(Estas cartas aparecem nos manuscritos siríacos do sexto e sétimos séculos e estão atualmente no Museu Britânico. O Dr. Tischendorf declara em seu Apocalypses Apocryphae que ele tem uma cópia dessas cartas em grego de um manuscrito de Paris, do qual afirma: “scriptura satis differt, nom item argumentum.” Acompanham essas cartas alguns dados que podem ter sido acrescentadas por algum copista ainda que acompanhem a mesma declaração das cartas de Pilatos.

A essência do culto a Deus

Neste artigo, o propósito é estabelecer os princípios do Novo Testamento que nortearam as reuniões da igreja em seus primeiros anos de vida até depois da queda e destruição de Jerusalém.

A lua vermelha e o cumprimento das profecias

Ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica.

Como os apóstolos morreram

 Conforme a tradição e história da igreja os apóstolos morreram assim:

1. Mateus foi martirizado na Etiópia por uma espada afiada.

2. Marcos morreu em Alexandria, Egito, depois de ser arrastado por cavalos pelas ruas da cidade até que foi dado por morto.

3. Lucas foi enforcado na Grécia porque era muito ousado na pregação do evangelho aos perdidos.

Por que lutar contra o Natal? – J.Lee Grady

É impressionante como os secularistas irados odeiam o Natal. É também trágico que alguns cristãos puritanos julguem os demais cristãos porque estes celebram o Natal.