Category Archives: Análises

Existe esperança para o Brasil?

O capítulo 1 do livro do profeta Isaías descreve a condição moral e espiritual de Jerusalém naqueles dias. Ao reler este capítulo não vejo mais Jerusalém, mas o Brasil. Isaías começa sua imprecação com “Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores…” (Is 1.4).

O pai da mentira ataca nas redes sociais

“O pai de vocês é o diabo e vocês querem lhe satisfazer os desejos. O diabo quando profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44 – versão livre do autor).

O diabo é mentiroso e pai da mentira. Essa declaração de Jesus é suficiente para mostrar o caráter do inimigo de nossas almas. O diabo é especialista em levantar insinuações falsas, em caluniar e em denegrir o caráter dos crentes em Cristo e, portanto, tudo o que não é verdadeiro, no dizer de Jesus procede do diabo. Vejamos um único aspecto ou canal que o diabo mais se utiliza nesses dias para difamar e criar intrigas: As redes sociais.

Carnaval é festa do diabo!

Eu poderia abrir este artigo com inúmeras imagens que encontrei na Internet, algumas zombando dos crentes outras incentivando os crentes a pularem o carnaval. Mas, preciso ser direto quando se trata de carnaval:

Uma igreja governada por crianças e mulheres

A igreja brasileira está em crise. Excetuando-se aqui e ali um grupo denominacional ou outro a igreja se parece com a narrativa de Isaías 3: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa de seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is 3.12).

O neopentecostalismo e a farsa evangélica

A água ungida (adquirida na torneira), o santo óleo de Israel – comprado no mercado da esquina – a vassoura ungida, a caneta da prosperidade e o sabão ungido são algumas das muitas mentiras dos neopentecostais!

Este artigo é longo, mas precisa ser lido como forma de reflexão da vida da igreja. A dinâmica da vida e a influência das redes sociais tiraram das pessoas a capacidade de refletir e de ler textos longos. O Twitter nos impôs frases com 140 caracteres. O Facebook lhe permite ler umas poucas frases e até as pregações dos pastores se resumem hoje a mero vinte minutos de exposição bíblica – quando as há.

O sono que precede a morte

Existem hoje quatro tipos de pessoas na igreja: 1. Os membros ativos, aqueles que participam efusivamente da vida da igreja; 2. Os membros passivos: Aqueles que apenas freqüentam cultos e cumprem suas funções religiosas; 3. Os desigrejados: Aqueles que decidem fazer da casa sua igreja e; 4. Os mornos: São pessoas que nunca saíram da igreja, mas não fazem mais parte dela. É sobre este quarto tipo de pessoa que quero abordar neste artigo.

Por que não mais choramos por um avivamento?

“Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão” (Sl 126.5).

O verdadeiro homem de Deus é aquele que sente dores em seu coração, que se incomoda ao ver o mundanismo, a corrupção e a tolerância ao pecado da igreja, bem como a falta de oração do povo de Deus. O homem de Deus se incomoda ao ver que a oração corporativa da igreja não mais arrebenta as portas do inferno. Incomoda-se ao ver que os mais antigos membros da igreja não mais choram desesperadamente nem intercedem a favor de uma sociedade que se perde no lamaçal do pecado. “Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?” (Mt 17.19).

Iniquidade no santuário

“Faze-lhes também calções de linho, para cobrirem a pele nua; irão da cintura às coxas. E estarão sobre Arão e sobre seus filhos, quando entrarem na tenda da congregação ou quando se chegarem ao altar para ministrar no santuário, para que não levem iniquidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para sua posteridade depois dele” (Ex 28.42-43).

Crise de identidade

Soube recentemente que o Distrito Federal que compõe o Plano Piloto e as cidades ao redor tem cerca de 800 mil evangélicos ou 40% da população. Que diferença isto faz na sociedade brasiliense? Que diferença faz a grande percentagem de evangélicos em cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Anápolis e Goiânia com alto percentual de evangélicos?

Pluralidade da Fé – Parte III

Paulo apresentou em suas epístolas a possibilidade de se viver uma vida cristã com práticas alternativas, mas não se pode confundir seus ensinamentos com pluralidade da fé, como falei nos dois artigos anteriores. Pluralidade da fé é quando os ensinamentos básicos da fé cristã sofrem transformações decorrentes da filosofia e dos ensinamentos de homens. Tratei disto com muita seriedade no artigo anterior. Escrevendo aos gálatas, o apóstolo é bastante claro: