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Uma igreja governada por crianças e mulheres

A igreja brasileira está em crise. Excetuando-se aqui e ali um grupo denominacional ou outro a igreja se parece com a narrativa de Isaías 3: “Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa de seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is 3.12).

O neopentecostalismo e a farsa evangélica

A água ungida (adquirida na torneira), o santo óleo de Israel – comprado no mercado da esquina – a vassoura ungida, a caneta da prosperidade e o sabão ungido são algumas das muitas mentiras dos neopentecostais!

Este artigo é longo, mas precisa ser lido como forma de reflexão da vida da igreja. A dinâmica da vida e a influência das redes sociais tiraram das pessoas a capacidade de refletir e de ler textos longos. O Twitter nos impôs frases com 140 caracteres. O Facebook lhe permite ler umas poucas frases e até as pregações dos pastores se resumem hoje a mero vinte minutos de exposição bíblica – quando as há.

Sermão da Sexagésima – Padre Antônio Vieira

Apresentação:

Este sermão foi pregado na capela real no ano de 1655 logo de seu regresso do Estado do Maranhão. Este grande orador reverbera em seu sermão os desvarios da linguagem dos pregadores de seu tempo e serve de comparação ao estilo fluente e moderno dos dias atuais. O sermão é uma das peças mais vívidas da eloqüência de Vieira e nele pode se ver os traços evidentes da teoria da oratória que na antiguidade resplendia na pregação evangélica.

A maldição do entretenimento

Hoje as pessoas querem ser dramáticas sobre qualquer coisa. Não queremos que Deus opere a menos que ele apareça com toda sua produção cultural. Queremos que ele apareça vestido com roupas típicas, barbudo e com seu séquito celestial. E, mais, queremos que ele faça a parte dele conforme nosso esquema e planejamento. Alguns até exigem que ele apareça num ambiente colorido com fumaça e fogos de artifícios.

Os jardins de Satã

Faz tempo que não ouço uma pregação bíblica tratando de arrependimento de obras mortas, necessidade de confissão de pecados; necessidade de salvação, da existência de céu e inferno; de galardão e condenação eterna.
Observo que a partir do ano 2000 começou um esvaziamento da verdadeira pregação bíblica em detrimento de temas que agradam os ouvintes em suas necessidades diárias, como vencer as dificuldades da vida; resolver problemas da família e mensagens de prosperidade através da fé e de Jesus Cristo.

Tenho visto coisas…

Meus amigos tenho visto coisas nas redes sociais e nos jornais que causam espanto a qualquer pessoa cristã que mantém a ortodoxia da fé. Imagens de “cultos” que são, na realidade, cópias das reuniões afro, em que tambores, danças e línguas estranhas indicam a presença de demônios. Os líderes usam capas de diversas cores, como túnicas; diferentemente de uma veste litúrgica e as pessoas estão vestidas de branco como nos centros de religiões de cultos afro.

Em cima do muro

Lucas registra o episódio de Trôade em que Paulo, o pregador, se prolongou demasiadamente – sob a ótica atual pregou muito tempo – e um moço que estava assentado à janela “vencido pelo sono”, adormeceu e caiu do terceiro piso. Era meia noite. O jovem devia estar cansado. Êutico, “levantado como morto” foi socorrido por Paulo que, certamente orou por ele e o ressuscitou. Este último dado não aparece no texto.

Re-batismos no Rio Jordão

Vez que outra as pessoas me perguntam qual o posicionamento bíblico dos re-batismos feitos por membros das igrejas no rio Jordão, no mar da Galiléia ou em qualquer parte da terra de Israel.

O que está havendo com a verdadeira pregação do evangelho de Cristo?

“Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo. Se, na verdade, vindo alguém, prega outro Jesus que não temos pregado, ou se aceitais espírito diferente que não tendes recebido, ou evangelho diferente que não tendes abraçado, a esse, de boa mente, o tolerais. Porque suponho em nada ter sido inferior a esses tais apóstolos” (2 Co 11.3-5).

Os superapóstolos nos dias de Paulo

Alguns de nós pastores, especialmente aqueles que conseguem pôr no papel suas ideias, temos sido incansáveis em denunciar o apostolicismo desenfreado surgido nos últimos 30 anos. Sim, porque, além dos Doze, sempre existiram apóstolos ao longo da era da igreja, sem jamais se autonomearem apóstolos, sem criar conselhos apostólicos – inda que sendo, verdadeiramente apóstolos no sentido estrito de sua missão.